Stress: Prevenir é Viver | 21Jul2007 16:46:00

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Stress: Prevenir é Viver |
| A cada minuto mais e mais pessoas tornam-se estressadas devido ao excesso de trabalho, preocupações, e vários outros fatores críticos do nosso dia-a-dia. Conheça detalhes, sintomas e tratamentos envolvidos neste problema através desta matéria que selecionamos para você.
Nosso organismo como um todo psicofísico responde às várias solicitações através de adaptações. Essas adaptações dão início a mecanismos de defesa contra o stress, que se desenvolvem em três fases:
O sistema nervoso e o sistema endócrino desempenham papéis destacados na evolução adaptativa que vai culminar no stress. Quando o processo de adaptação está exausto, a resistência cai completamente, abrindo as portas para as doenças psicossomáticas. A despeito da presença de agentes estressores tais como: tensão nervosa, ferimentos, infecções, poluição ambiental, desemprego, o organismo tenta adaptar-se continuamente, até que a intensidade ou a permanência dos agentes estressores esgotem os mecanismos de adaptação, sobrevindo a quebra da homeostase (o equilíbrio dinâmico do organismo). Quando estamos tensos, apertamos o botão nervoso do "alerta geral", que vai atuar sobre as glândulas supra-renais. Estas vão liberar na corrente sangüínea adrenalina e corticoídes que, por sua vez, vão atuar sobre outras áreas aumentando o açúcar no sangue, a gordura colesterínica, a redistribuição do sangue para aumentar a força muscular, a dilatação das pupilas para permitir o máximo a entrada de luz, o aumento dos batimentos cardíacos, enfim uma formidável mobilização para poder nos permitir uma das duas possíveis opções: enfrentar ou fugir. Se a ameaça que mobilizou todo esse aparato puder ser combatida com uma atitude adequada, segue-se o relaxamento e o cansaço físico e, com eles, o repouso merecido. Por outro lado, o "fugir" porque a situação exigiu, não trará a desativação do "estado de alerta" e o stress e a insônia seguirão seu curso. Quando o organismo é continuamente sobrecarregado por tensões, a reação de stress será seguida por depressão na esfera psíquica e na física por queda da resistência imunológica, dando origem à invasão microbiana, virótica ou mesmo à "implosão", quando o organismo passa a atacar a si próprio, com as chamadas doenças auto-imunes. Os candidatos ao stress têm personalidade do tipo A, isto é, do mesmo grupo que apresenta maior incidência de doenças cardíacas.
A tensão motora manifesta-se por tiques, agitação e tremores. A tensão muscular manifesta-se por dores, câimbras e fadiga fácil. A hiperatividade neurovegetativa apresenta os seguintes sintomas: respiração curta e superficial, sufocação, palpitações cardíacas ou taquicardia, mãos frias e suadas, boca seca, vertigens, náuseas, diarréia, muitos gases expandindo a cavidade abdominal, rubores, calafrios, micções freqüentes, dificuldades de engolir, mudanças do tom de voz, etc.
O estressado ansioso apresenta intranqüilidade, sustos freqüentes aos ruídos comuns, tendência de "dar um branco" quando falando em público, com superiores ou em provas. Distúrbios do sono freqüente, medo de doença incurável (câncer, aids) e medo de estar ficando louco. A ação do exercício permite, em nível do sistema nervoso central, a liberação de endorfinas, que desempenham três ações importantes:
O stress aumenta os níveis de colesterol do organismo. Há também certos alimentos que são incompatíveis por elevar ainda mais essas lipoproteínas no sangue. Por exemplo, camarão e lagosta são constituídos de colesterol, gordura essa responsável pela cor rosada que caracteriza esses animais, além de propiciar maior teor de toxinas ao organismo. O maior consumo de fibras na alimentação diária trará dois benefícios imediatos:
A ergolatria (adoração ao trabalho) tem sido praticada de forma suicída e nociva por muitas pessoas, que se referem a si mesmas como indispensáveis e insubstituíveis, tanto que não entram em férias há anos. Os hospitais com suas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) estão constantemente lotados de tais pessoas. O trabalho deve ser utilizado e planejado a fim de permitir todo um quadro de qualidade de vida, e não uma passagem fatigante para o túmulo. A aposentadoria deve ser planejada através de nova atitude que seja realizadora e produtora de satisfação.
O bom humor é usado atualmente para aumentar os linfócitos T(Killer cells) do organismo, para melhorar as condições das pessoas com câncer e com as defesas reduzidas devido à quimioterapia/radioterapia. Lembre-se ao visitar uma pessoa adoentada que o seu bom humor é um verdadeiro remédio para ajudar na recuperação. De fato, "rir é o melhor remédio".
Os olhos, nesta fase, se movimentam acompanhando os cenários dos sonhos e ao eletroencefalograma corresponde à fase de maior relaxamento neuromotor, onde o verdadeiro descanso ocorre. O álcool suprime ou diminui essa fase de maior relaxamento e descanso. Daí o fato de o indivíduo, quando acorda de ressaca, sentir maior cansaço do que quando foi dormir, pois não houve o verdadeiro repouso, impedido pela intoxicação alcoólica. Os barbitúricos e hipnóticos usados para dormir também diminuem a fase REM e, portanto, o repouso. Existem alguns aminoácidos que melhoram a qualidade do sono, como o triptofano, e uma boa sugestão seria atender o conselho da vovó de tomar um copo de leite ao deitar, o que faria melhorar o repouso obtido.
O grupo que, apesar dos choques por 45 minutos, gozava de 15 minutos de pausa, ao final do experimento (21 dias) revelou-se mais saudável e ativo. O terceiro grupo, que não recebeu choques, apenas água e comida, revelou-se deprimido, pois as cobaias perceberam que estavam presas. 1º Grupo: Sem esperança e sem ajuda, o stress tornou-se mortal; 2º Grupo: Sem esperança de poder mudar a situação, mas recebendo ajuda durante os intervalos, o stress foi administrado e dentro dos parâmetros de máxima saúde e capacidade produtiva; 3º Grupo: A situação de stress afigurou-se máxima, levando à depressão devido à monotonia do aprisionamento, numa situação análoga à primeira, isto é, sem esperança e sem ajuda para modificar.
Como no caso das cobaias, estamos muitas vezes na condição de desesperança, de não ver luz no fim do túnel, mas a certeza de que há um Deus amoroso cuidando de nós promove uma modificação tão grande e importante que superamos o intransponível na certeza de que "nada poderá nos separar do amor de Deus que está em Jesus Cristo". Compreende quatro fases:
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