TRADUÇÕES DA BIBLIA PARTE 2 | 16Ago2007 12:59:00

Publicado por: Megatomaz On-Line



Uma análise cuidadosa da Bíblia revela que ela foi escrita por uns 40 homens durante um período de 16 séculos. Eram eles escritores profissionais ? Não. Entre eles havia pelo menos um pastor, pescador, cobrador de impostos, médico, fabricante de tendas, sacerdote, profeta ou rei. Seus escritos mencionam muitas vezes pessoas e costumes que desconhecemos neste século XX. De fato, os próprios escritores da Bíblia nem sempre compreendiam o significado do que escreviam. (Daniel 12:8-10) Portanto, não nos deve surpreender encontrar certas dificuldades ao lermos a Bíblia.

Apesar da situação desfavorável, continuou-se a copiar e a traduzir a Bíblia para as línguas comuns. Na Europa circulavam clandestinamente versões em muitas línguas. Todas eram CÓPIAS FEITAS A MÃO (sabemos que algumas caligrafias apresentam várias dificuldades relativas à compreensão de algumas palavras), porque a impressão com tipo móvel só foi inventada na Europa em meados do século XIV.

O velho e Novo Testamento, já atravessaram mais de 3 mil anos, sendo traduzidos para 2.167 línguas ! Muitas delas praticamente inexistentes nos dias de hoje.

Além do mais, até o século XIV, toda Obra Clássica era escrita manualmente pelos Monges, portanto passíveis de diferentes interpretações. Cito, como exemplo, quando Nicodemos pergunta a Cristo como pode um homem nascer já estando velho. A resposta é, segundo a tradução de Osterwald: “Se um homem não renascer da água e DO ESPÍRITO, não pode entrar no reino de Deus”. Já na tradução de Sacy, a expressão : DO ESPÍRITO, é substituída por : DO SANTO - ESPÍRITO. Na tradução de Lamennais, a expressão : DO ESPÍRITO, é substituída por : DO ESPÍRITO-SANTO. São 3 interpretações diferentes e que muda completamente o que Jesus quis dizer. Para a igreja, ESPÍRITO possui um significado e ESPÍRITO-SANTO possui outro significado. Como explicar este fato ?

Podemos hoje acrescentar que as modernas traduções já restituíram o texto primitivo, pois que só imprimem "Espírito" e não Espírito-Santo. Examinando a tradução brasileira, a inglesa, a em esperanto, a de Ferreira de Almeida, e em todas elas encontramos somente o termo "Espírito". Além dessas modernas traduções, encontramos a confirmação numa latina de Theodoro de Beza, de 1642, que diz: "...genitus ex aqua et Spiritu..." "...et quod genitum est ex Spiritu, spiritus est". É fora de dúvida que a palavra "Santo" foi interpolada, ou seja, ela foi inserida deliberadamente, pois NÃO constava do original.

Repetimos : Para a Igreja Católica, ESPÍRITO, quer dizer uma coisa, ESPÍRITO-SANTO, quer dizer outra coisa !


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A INTEGRIDADE DOS TEXTOS EVANGÉLICOS


Para a avaliação dos Evangelhos, o que inicialmente mais se requer, é a sua integridade. Para estabelecê-la, importa assegurar que eles não tenham sido alterados nas sucessivas cópias, já que não se conserva o texto original.

A perda do original, leva imediatamente a perguntar pelos exemplares mais antigos conservados. Do tempo, quando apenas se formava a técnica do livro paginado (vd ), que sucedeu ao rolo de pergaminho, nos restam uns raros códices dos Evangelhos, alguns fragmentos e menções com citações no interior de outros livros.

É possível que os primeiros Evangelhos fossem escritos em rolos de pergaminho, somente depois em códices, dentre os quais finalmente uns poucos se conservaram. Os meios técnicos primitivos não possibilitavam a conservação demorada de um mesmo exemplar, devendo-se recorrer aos apógrafos (termo grego para dizer cópia). Os textos estiveram assim sujeitos a um grande perigo, à corrupção, seja pela omissão e as vezes substituição dos mesmos, por ação de copistas menos esclarecidos, ainda que piedosos.

Em abordando estas questões, se torna necessário distinguir entre códice (ou codex) e texto.

O códice é um manuscrito individual, geralmente um apógrafo. O texto é a linguagem nele encontrada. O códice costuma ser mais recente que o texto. Um códice do século nono poderá ter sido copiado de um códice do terceiro século; trata-se então de dois códices e de um só texto. Também houve traduções do grego para outras línguas. Em consequência se distinguem a data da tradução e a data do primeiro códice encontrado referindo o texto da tradução.

Há também códices de traduções. Mais antigos ainda são certos fragmentos, pois o Chester Beatty, um Papiro que contém passagens dos Evangelhos de Paulo e do Apocalipse, data do início do terceiro século. Do início do segundo século, do ano 125 mais ou menos, resta um fragmento do Evangelho de João, que parece ser o mais antigo fragmento bíblico do Novo Testamento, e distará de 25 a 50 anos de seu original. Não obstante, o espaço entre os textos originais e os respectivos apógrafos são suficientemente longos, o que compromete a sua integridade. Os códices são compostos à maneira de livro, e estes sistemas se difundiram na história apenas no século 3. Antes disto quase só se escrevia em rolos. Portanto não há códices anteriores, não por se terem perdido, mas simplesmente porque talvez não tenham existido.

Quanto aos rolos, estes logo se destruíam. Os rolos normalmente podiam durar 100 anos. Era um período suficiente para possibilitar a retransmissão fiel das cópias, pelo menos na substância. Não obstante, as variações acidentais são numerosas, sobretudo em se tratando de ortografia, particularmente do modo de escrever nomes geográficos, como este de Nazareth, que se encontra em múltiplas formas.

Como enfim provar a integridade dos Evangelhos ? Talvez não seja difícil determinar que o texto atual seja o mesmo do século 5 ou 4. Mas difícil, é estabelecer que seja o mesmo do século 3 e muito mais difícil dos séculos 2 e 1.

Finalmente, os trabalhos do século 1, como reprodução da pregação oral, poderia já estar diferenciado dos fatos efetivos que narraram. Sobretudo oferecem dificuldades os fatos mais remotos narrados sobre o nascimento e a infância de Jesus.

Os códices do século 4, quer dos originais, quer das versões, deixam provado que os Evangelhos já existiam em sua integridade atual na volta do ano 300 D.C. Mas isto é ainda muito pouco com referência a exigida integridade inicial. Quando uma narrativa se refere a fatos miraculosos e contundentes situados no passado distante, requer-se muito cuidado com as provas.

As traduções do latim já começam na metade do segundo século, quando escreviam Taciano e Justino. As citações são ainda anteriores, estando as de S.Inácio e de S.Policarpo no início do século 2 e as de S.Clemente já no século 1, talvez no ano 97 D.C.

Como provar que, destas datas ainda distantes de Jesus não houve sequer uma só corrupção de conteúdo das narrativas do texto ?

Dizer que o originais eram tratados como sagrados e que por isso eram mantidos inalterados é uma tese que não se pode de pronto afirmar. Como diz Lucas, foram muitos que tentaram escrever e Ele se aproveitava deles. Não houve em Lucas a intenção de dizer que os escritos de que se valia eram sagrados e inalteráveis. Nem Lucas deixa entrever isto a respeito dos seus mesmos escritos. Só posteriormente se deu a Eles o caráter de sagrados.

O quarto Evangelho, o de João, é um caso especial, tanto no que diz respeito à sua formação como à sua integridade.

Conclusão geral, sobre a integridade dos Evangelhos : ela é duvidosa a partir de uma análise exclusivamente interna. A fé procura resolver este problema a partir da autoridade externa que dogmaticamente estabelece a integridade dos mesmos, com base na tradição, que assim sempre os tomou. Mas a fé precisa dos Evangelhos para provar a si mesma !



A VERACIDADE DOS EVANGELHOS


O que se pergunta, portanto, sobre a veracidade dos Evangelhos, é a verdade objetiva, ou seja, se os Evangelistas tiveram condições de a expor. É claro que os autores dos Evangelhos e da Epístolas somente queriam dizer a verdade. Mas esta intenção subjetiva por si mesma não basta. A interpretação histórico-crítica tem que entrar em campo para julgá-los do ponto de vista da verdade objetiva, o que importa sobretudo quando afirmam coisas mais contundentes.

Como provar a capacidade dos santos autores dos livros do Novo Testamento para dizerem a verdade objetiva ? Quem foi Mateus ? Marcos ? Lucas ? João ? Paulo de Tarso ? Estavam eles suficientemente informados para escrever sobre os tempos de Herodes, o Grande ? Eram suficientemente esclarecidos para referir-se à escatologia ( Doutrina sobre a consumação do tempo e da história ), milagres, fenômenos parapsicológicos, visões e ataques epilépticos ? ( a epilepsia era facilmente confundida, naquela época, com possessão demoníaca ). Acaso teriam sido eles mesmos indivíduos visionários ?

Para dizerem a verdade objetiva sobre coisas mais ou menos óbvias não há muita dificuldade com referência aos livros sagrados. Quando todavia ingressam no campo interpretativo dos acontecimentos, definindo-os por exemplo como sobrenaturais, milagrosos, messiânicos, escatológicos, demoníacos, castigos divinos, etc, então é mais difícil admitir que eles digam a verdade objetiva.

Mil documentos podem não provar a existência do diabo, ao passo que uma só moeda poderá dar por verdadeiro o nome de um rei.


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BARREIRAS PARA O ENTENDIMENTO DAS ESCRITURAS

Existem elementos humanos presentes na Bíblia. O tempo e a distância têm erguido grandes barreiras entre nós e os escritores bíblicos. Tais barreiras dificultam nosso entendimento e precisam ser sobrepujadas.


1. Barreiras de Linguagem

A Bíblia foi escrita em três línguas: O Antigo Testamento em Hebraico e algumas poucas partes em Aramaico, e o Novo Testamento em Grego. Nossas traduções em Português, embora muito bem feitas por conselhos editoriais compostos por grandes eruditos nessas línguas, muitas vezes não conseguem achar palavras do nosso idioma que correspondam perfeitamente às do idioma original. Também, é difícil fazer a transposição do tempo, da voz e do modo dos verbos, da sua origem para a atualidade.

Exemplo : Em I Co 4.1 Paulo diz: " Que os homens nos considerem, pois, ministros de Cristo ..." Ministro na nossa língua é uma palavra sofisticada, usada para designar altas posições, como os ministros do Presidente da República. Mas, no grego, a palavra é huperetes, que significa servo, escravo, servente. Esse termo era usado para designar os escravos remadores das naus romanas.


2. Barreiras Culturais

A Bíblia é o produto de culturas que são dramaticamente diferentes entre si. Para apreciar um texto temos que RECONSTRUIR o contexto cultural em que foi escrito. Quais os costumes e o ambiente do povo ? Que tipo de influência sofriam ?


3. Barreiras Históricas

Se não conhecermos o pano de fundo histórico, especialmente o compreendido entre o cativeiro na Babilônia e a chegada do Império Romano, vamos entender muito pouco do livro de Daniel. Muitas profecias lá proferidas se cumprem na História e o conhecimento desses fatos nos abre uma nova perspectiva de entendimento desse livro.


4. Barreiras Geográficas

Muitas cidades, províncias, regiões, rios, mares, entre outros conceitos geográficos aparecerem na Bíblia, muitos dos quais DESAPARECERAM ou contam com pouca informação a seu respeito.


*****


O Padre João Ferreira de Almeida, (Padre era um título dado aos pregadores religiosos na época), cuidava de algumas igrejas na região da Malásia e Índia. Junto com sua esposa enfrentou situações difíceis na região. Em 1663, Almeida iniciou a tradução do Novo Testamento direto do grego. Embora o seu trabalho com o grego tenha terminado somente treze anos depois, durante esse período ele iniciou também a tradução do Antigo Testamento a partir dos originais em hebraico.

Em 1681, foi publicada na Holanda a tradução de Almeida do Novo Testamento, porém foi logo recolhida, pois apresentava erros tipográficos E UM TRABALHO URGENTE DE REVISÃO ERA NECESSÁRIO. Uma nova impressão foi finalmente feita doze anos depois, em 1693.

João Ferreira de Almeida não chegou a ver o Novo Testamento revisado ser impresso pois faleceu em 1691, na ilha de Java, sem terminar também o Antigo Testamento. Seu trabalho chegou só até o Livro de Ezequiel.

A tradução do Antigo Testamento foi terminada por Jacobus Akker em 1694, mas PROBLEMAS DE REVISÃO novamente atrasaram a publicação do trabalho. Cinqüenta e quatro anos depois, em 1748 foi publicada, na Holanda, o primeiro volume do Antigo Testamento, e em 1753, o segundo volume do trabalho iniciado por Almeida.

A primeira impressão da Bíblia completa, em português, em um único volume, aconteceu em Londres, em 1819, com a versão de João Ferreira de Almeida.

No final do século XIX foi feita um grande REVISÃO na Versão de Almeida. Esse trabalho é conhecido como Bíblia na Versão REVISTA E CORRIGIDA de Almeida. Embora com palavras bem eruditas e construções gramaticais de difícil compreensão, ainda é um versão muito utilizada hoje em dia.

Na década de 40 do nosso século, “Uma comissão de especialistas” passou anos revendo a tradução e foi publicada a versão REVISTA E ATUALIZADA de Almeida, a Versão mais lida e conhecida da Bíblia no Brasil.

Essas duas versões, a revista e corrigida e a revista e atualizada, passaram recentemente por ATUALIZAÇÕES GRAMATICAIS pela Comissão de Tradutores da Sociedade Bíblica do Brasil. Atualmente, essas Versões são conhecidas como :

- Versão de Almeida revista e corrigida (1995) e
- Versão de Almeida revista e atualizada (1993).



CONCLUSÃO


Todas as Barreiras de Linguagem, Barreiras Culturais, Barreiras Históricas e Barreiras Geográficas, Problemas de Revisão, Correções e Atualizações Gramaticais, Integridade e Veracidade dos Textos Evangélicos, aqui descritas, reforçam a idéia da impossibilidade de se obter uma tradução fiel das escrituras originais, o que é lógico e até compreensível, pois havia a necessidade de adaptações de termos que não existiam na época ou interpretações que visassem adequar os textos antigos à realidade atual. Porém, a cada tradução muda-se uma palavra.... E já que se substitui uma palavra, por que não colocar outra palavra que seja adequada a uma interpretação subjetiva ? Isso para não falar de interesses pessoais de Grupos Religiosos... E pensar que já houve mais de duas mil traduções ...

Quantas e quantas mudanças de sentidos dos ensinamentos originais foram feitas ... Quantas e quantas alterações nos ensinamentos de Cristo foram adaptados à direção dos caminhos que a Igreja traçou durante séculos ... Não podemos esquecer o que houve na chamada “Santa Inquisição” em que pessoas eram executadas só porque não concordavam com os Dogmas Católicos ... Quanto orgulho da Igreja !

E atualmente, quantas notícias nos chegam a respeito do IRA - Irish Republic Army ou Exército Republicano Irlandês, que tem por base ações terroristas, numa luta entre Católicos separatistas e os Protestantes unionistas. Uma discórdia que se iniciou há mais de 800 anos ! No início do século XVI foi fundada a Igreja Anglicana (Protestante), por Henrique VIII, em retaliação ao Papa que havia negado ao Soberano Inglês o seu pedido de divórcio. O Anglicanismo se firmou definitivamente na Inglaterra depois da derrota do Rei Jaime I, frente ao seu sucessor protestante, Guilherme de Orange, na Batalha de Boyne em 1690.

As origens do agravamento da situação remontam a 1771, ano em que o Rei Henrique II interveio na ilha impondo sua soberania. E no início do século XVIII, nascem as raízes da contenda Religiosa da Irlanda. Quanto orgulho de pessoas que, em nome de suas religiões foram responsáveis por longos anos de conflito, que já provocou a morte de mais de 3.500 pessoas nos anos mais recentes, na província britânica do Ulster. E só recentemente se teve notícias de um acordo, realizado no Castelo de Stormont, perto de Belfast, para por fim a tão sangrenta e injustificável disputa.

Sabemos que tudo isso é política ! Mas quantos fatos semelhantes, guerras, lutas pelo poder, autoritarismo, etc, aconteceram desde o início da civilização ? Com tudo isso, há alguém que ainda pense que, em nenhum período da humanidade, não houve uma imposição de princípios doutrinários adequados aos objetivos políticos de dominação daqueles que ditavam o comportamento religioso e social em suas respectivas épocas para que a população se adaptasse, por bem ou por mal, aos interesses políticos e pessoais de líderes religiosos e não-religiosos ??? Bem, pelo menos, tais líderes, diante de tanto derramamento de sangue, certamente, poderiam tentar justificar sua sede de poder e seu comportamento absurdamente autoritário e inflexível, através de interpretações convenientes de alguns trechos bíblicos que fazem referência à discórdia entre Povos...


*****

Será que ainda assim, podemos dizer com segurança que a Bíblia atual é uma REPRODUÇÃO FIEL das palavras ditas por Jesus ? Mesmo diante de várias evidências e análises relativas às alterações, adaptações, integridade e veracidade dos textos bíblicos ? Recentemente até a Sua Santidade, o Papa João Paulo II pediu desculpas pelos excessos outrora cometidos pela Igreja ... sem contar os textos sagrados eliminados da atual Bíblia - Ver pesquisas sobre o Concílio de Nicéia – 325 D.C e no Site Submarino, os Livros que apóiam essa afirmativa, ou seja :

Parte 1 e Parte 2



É certo que toda tradução ou revisão dos Evangelhos, ainda que levada a termo por íntegros peritos bíblicos, nunca deixará de ser um trabalho humano, e como tal, sujeito a falhas. Fez-se uma acurada revisão de pontuação e não foram poucas as incorreções encontradas nos Subtítulos das referências nos Textos Evangélicos. Conclui-se, e com facilidade, que a Bíblia sofreu incontáveis modificações.

Sabemos que a política e a Religião, de forma inevitável, influenciam ideologicamente as pessoas de boa-fé. Todos esses fatos levam-nos a crer que tais modificações, embora necessárias, foram aproveitadas para ditar um comportamento peculiar e conveniente a interesses políticos e religiosos, desde a primeira tradução da Bíblia até os dias de hoje.

Durante muito tempo, temos convivido com informações dos Textos Bíblicos que nos são trazidas por tradutores ocidentais, os quais, em sua maioria, são opositores da Doutrina Espírita.

O interessante nisso tudo, é que são encontradas muitas diferentes traduções entre Elas. E por que ??? O texto que as originou não foi o mesmo ? Por que tanta diferença em suas traduções ? A única resposta encontrada é esta : A questão pessoal que cada corrente religiosa coloca em sua tradução.

A Bíblia de Jerusalém, Edições Paulinas, por exemplo, considerada a melhor edição da Sagrada Escritura, em português, traz, em sua apresentação, a informação de que a sua tradução foi realizada por uma equipe de católicos e protestantes. Seria esta Bíblia, então, traduzida de forma imparcial ??? Ou seja, sem inclinações para o catolicismo e o protestantismo ??? Só um ingênuo poderia acreditar nisso !!!

Vale lembrar as inúmeras interpretações da Bíblia, dadas pelas atuais Religiões. Ouvimos com frequência Pastores e Padres dizerem, de forma orgulhosa, ao lerem a Bíblia : "Aqui está a Verdade da Palavra de Deus".

Deveriam essas mesmas pessoas terem a humildade de dizer de forma completa : "Aqui está a Verdade da Palavra de Deus, segundo a interpretação dos evangélicos e católicos, respectivamente e de acordo com a tradução que cada Bíblia recebeu". E isso serve para todas as Religiões. E cada uma delas possui a sua interpretação da Palavra de Deus, pois se assim não fosse, não haveria tantas Religiões no mundo.

Se os homens tivessem uma visão menos egoísta e interpretassem a Bíblia de uma forma mais homogênea, haveria uma redução drástica do número de Religiões hoje existentes, o que já seria suficiente para eliminar o orgulho de muitos Padres e Pastores, os quais se acham, invariavelmente, "Senhores absolutos da verdade". Mas qual Religião estaria reproduzindo com fidelidade os ensinamentos da Bíblia ? Com quem a Verdade estaria ? ...

Para finalizar essa conclusão, vejam a matéria que saiu na Revista Galileu, de Outubro de 2006, sobre as flagrantes adulterações que copistas dos primeiros séculos e os clérigos das Igrejas medievais, fizeram nas escrituras, para adaptá-las, principalmente, aos interesses católicos que dominaram e impuseram boa parte dos ensinamentos bíblicos que hoje se conhece, e assim formatar uma Bíblia bem ao gosto dos papas :


Revista Galileu - Distorceram as Palavras de Jesus ?





Obs.: Parte dos Textos acima ( Integridade e Veracidade dos Evangelhos ) foi obtida da Enciclopédia SIMPOZIO ( Versão em Português do original em Esperanto )
fonte de pesquiza ;Traduções Bíblicas google

comentário de megatomaz; O artigo publicado nesta página é de cunho jornalístico, e não representa totalmente no que realmente creio , pois sendo "eu" Adventista do sétimo dia, tenho uma linhagem de contextos, e aplicações. Embora respeito todos os credos e religiões, eu já tenho opiniões formadas e defefindas de alguns assuntos que abordarei ao longo do ano neste blog de informações ao amigo leitor /// [ existem Dezenas de traduçoes da biblia, disponivel, atendendo assim inúmeros leitores. Ao fazer sua pesquisa biblica, compare varias traduções e observe as coerênças e diferenças dos textos por elas apresentados. Mas para uma analize profunda faça apricações Históricas, culturais, geograficas, e sobretudo Espirituais, e pergunte a si mesmo!! como posso apricar estes principios na minha vida diária??? Com muita oração e meditação na palavra de Deus, e o seu doce espirito santo vai imprimir na alma sedenta muitas respostas que outrora não havia notado, e isso as vezes leva uma vida inteira. Ser cristão é trilhar uma jornada muito longa, até que Jesus de fato apareça nas nuvens do céu, para dar a recompensa eterna (vida eterna) ou (perdição eterna). Se voce escolher e permitir que a palavra de Deus ,haja no seu coração, os resultados serão surpreendente, pois produzirá salvação.] DEUS EXISTE.


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